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ABPEzinha


A Abpezinha é a Associação Brasileira de Pedagogia Espírita para Crianças e Adolescentes!

Nossa idéia é que você participe, dando sua opinião, enviando textos, poemas, desenhos, idéias a respeito de uma nova educação, de um mundo melhor, de sonhos bons para mudar as coisas!


Notícias


Durante o 2º e o 3º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita, as crianças e os adolescentes participaram ativamente, com oficinas, teatro, música, produção de artes e discussões.

Veja aqui o resultado disso:

3º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita

2008

As crianças em ação



Desenho da Oficina "Existe mesmo Espírito?"


Crianças Cantando


Momento de integração: crianças assistem documentário dos jovens

A participação das crianças no 3º Congresso de Pedagogia Espírita foi muito viva e alegre. Começou na chegada, na sexta-feira, com um encontro musical com Moacyr Camargo. Enquanto os adultos assistiam às palestras de abertura, as crianças ensaiaram uma música de Moacyr e Dora Incontri – Sorrisos abrem-se em flor. No final da noite, acompanhadas por Moacyr e pelo pianista Luciano Vazoller, cantaram para o público.
No dia de sábado, participaram de três oficinas: 1) Espírito existe mesmo? Como é isso, com Alexandre Mota e Patrícia Malite; 2) A escola com que sonhamos, com Cláudia Mota, Dora Incontri e Maria Emília V. Braz; 3) Diferentes povos, músicas diferentes, com Flávia Uhlman. Tiveram também uma conversa com Alessandro César Bigheto e uma surpresa com Franklin Santana Santos, durante a qual ganharam o livro Se eu um dia for embora, discutindo a questão da morte.
No domingo, fizeram entrevistas com convidados especiais e depois apresentaram uma peça de teatro, fazendo comédia de situações vividas na escola tradicional e mostrando a presença dos espíritos no dia a dia das pessoas.


Jovens em ação



Jovens discutem no teatro ao ar livre


Jovens no palco

Os adolescentes começaram a sua participação no 3º Congresso de Pedagogia Espírita meses antes do próprio congresso, pois foram alguns deles que mantiveram contato por internet para planejar a programação e trocar idéias. Sob a tutoria de Fabrício Fazio e com a orientação de Maurício Zanolini e Jânio José, a principal atividade do grupo de jovens foi filmar todo o congresso, entrevistando as pessoas, adultos e crianças, assistindo às palestras e interagindo com os temas, os participantes e a dinâmica do congresso. Além dessa atividade permanente, houve momentos de discussão e estudo, como a oficina com Przemek, sobre o trabalho que ele realiza com crianças doentes na Polônia, a oficina com Ethel e Júnior, sobre o tema Espiritualidade no dia a dia e oficina de idéias com Caroline e Hugo sobre a visão de inclusão no Evangelho.

Veja abaixo o filme apresentado pelos jovens:

http://br.youtube.com/watch?v=fo-qNMX8OMw (external link)

2º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita

2006

As crianças em ação



Crianças na Oficina "Viagem ao Mundo dos Espíritos"


José Pacheco, Dora Incontri e as crianças


Jogos Cooperativos

A participação das crianças deu o toque pedagógico e de alegria essencial ao 2º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita. Tudo começou já na abertura. Junto com os adolescentes, apresentaram três músicas ensaiadas pelo cantor e compositor Moacyr Camargo. No dia seguinte, participaram de várias oficinas (Viagem ao Mundo dos Espíritos com Franklin Santana Santos, Oficina de Esperanto com Przemek, Oficina de Música Waldorf com Cida Pajanoto, Oficina da Turma do Jacaré Poió).
Na tarde dessa sexta-feira, houve integração entre crianças e adolescentes e Flander de Almeida Calixto, Dora Incontri e Alessandro Cesar Bigheto contaram as histórias de Paulo Freire, Maria Montessori e Janusz Korzcak.
No sábado de manhã, houve um momento mágico: José Pacheco, no meio das crianças e adolescentes, respondeu suas perguntas e cantou para elas o hino da Escola da Ponte.
A integração com o polonês Przemysław Grzybowski foi entusiástica. Com carisma e simpatia, ele ensinou esperanto, cantou músicas e afinal, as crianças apresentaram uma canção popular polonesa, onomatopaica, muito engraçadinha.
Dois momentos de expansão e euforia, em integração de todas as idades, foi uma oficina de Capoeira, com Fábio Malê sexta à noite, e uma oficina de Jogos Cooperativos, com Fábio Martins.
E o mais interessante de tudo foi a produção que elas tiveram: pinturas, teatro, música.
No encerramento, crianças e adolescentes apresentaram juntos uma peça sobre Janusz Korzcak.
As atividades das crianças ficaram sob a orientação de Renata Bandeira Bigheto, Natasha Bigheto, Michele Gonsalez e Kátia Del Giorno.

Jovens em ação



Jovens discutem manifesto

Manifesto


Os adolescentes, participantes do 2º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita, redigiram um manifesto sobre a sua inserção nas práticas mediúnicas. Foi um texto espontâneo, sem interferência ou correção de qualquer adulto, que surpreendeu o público pela sua precisão, ponderação e conhecimento de Kardec.

Velhos de alma, novos de corpo.

Somos jovens.
E diante da oportunidade, como participantes do 2º Congresso Brasileiro de Pedagogia Espírita, queremos nos manifestar sobre as objeções e preconceitos impostos por alguns adeptos do espiritismo, referentes à nossa participação nas diversas atividades do centro espírita. Em especial, no que diz respeito às reuniões mediúnicas.
Pelo fato de alguns adolescentes serem irresponsáveis, imaturos e até desrespeitosos, temos como conseqüência uma generalização injusta. Mas importante é lembrar que características como essas encontramos em todas as fases da vida e, por isso, os critérios devem ser igualitários.
Embora a inexperiência nessa vida traga real necessidade de orientação e acompanhamento, acreditamos em nossas potencialidades e capacidade de realização e entendimento. Afinal, somos todos Espíritos em evolução com inúmeras experiências, independentemente da idade corporal.
Kardec, em O Livro dos Médiuns, cap. XVIII, pergunta em que idade pode a criança (logo adolescentes) se ocupar da mediunidade e a resposta dos Espíritos é clara: “Não há idade precisa, tudo dependendo inteiramente do desenvolvimento físico, e ainda mais, do desenvolvimento moral. Há crianças de 12 anos a que tal coisa afetará menos que algumas pessoas já feitas.”
Não há dúvidas de que o preconceito com os jovens é puramente social, visto que a doutrina em si não exclui ninguém, desde que haja o desejo sincero de aprender.
Sendo a doutrina baseada na fé e na razão, não há espaço para preconceitos sociais, que vão de encontro com o bom senso.
Se não podemos participar, sobre quais bases daremos continuidade ao movimento espírita?

Assinado:
Luiz Fernando Lamas
Felipe Lamas
Maria José Martinez Merndez
Ethel Panitsa
Marcela Costa
Carolinne Maciel
Cléo Mota
Leandro Duarte
Felipe Ganzaga
Cinthia dos Santos
Gabriella Silva
Fabrício Mendonça
Eduardo Tapura
Paulo Henrique Calixto Lemos
Lucas R. Leres
Willian Roberto de Campos
Alyne Chubert Salvador
Wilton Roberto de Campos
Vitor Barreto
Giovanna Francisca Morais Teixeira
Caroline Caetano de Camargo




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